As lutas diárias são tão grandes que nos esquecemos de parar e respirar um pouco, não somos uma maquina, somos seres humanos e precisamos respeitar esta condição.
Me pergunto varias e varias vezes o que fazer quando o nó da gravata esta apertado demais para gritar por ajuda ou quando o nó do cadarço esta apertado demais para continuar a caminhada com sutileza. São coisas que nos acometem quase diariamente e somos obrigados a agir mecanicamente, deixando de lado a nossa humanidade.
Não somos maquinas, não somos obrigados a ter todas as respostas, temos que aprender a respeitar nosso limite e a fazer do momento um ato de bem estar e nunca o contrário.
Sangramos e sentimos dor, seja esta dor física ou emocional, ai esta a diferença entre nós e as maquinas, somos feitos de carne e osso, e não podemos nos esquecer disso.

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